20 de junho de 2018 Comentários (0) Diz aí Richard, Fauna e Flora

Sapo Kambô: Richard Selvagem mostra curiosidades de sua expedição na Amazônia

Sapo Kambô - Vacina proibida
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Anfíbios na Amazônia e o Sapo Kambô: que tal conhecer algumas curiosidades sobre as espécies encontradas na Amazônia? Richard “Selvagem” Rasmussen, ao lado da Bióloga Luciana Frazão, pesquisadora da UFAM, tem a missão de mostrar um pouco sobre os animais vertebrados que vivem entre o meio aquático e o ambiente terrestre.

No início Richard encontra uma preguiça. Logo depois uma perereca Phyllomedusa bicolor, conhecida como KAMBÔ, um anfíbio da Família Hylidae.

O foco da missão acaba então girando em torno do sapo KAMBÔ. Richard Selvagem e a bióloga deixam alertas importantes o vídeo abaixo sobre a espécie, seja pela captura do animal para criar ilegalmente como pet ou pelo uso de suas propriedades medicinais de maneira equivocada e perigosa.

 

Kambô: vacina do sapo (proibida)

Tradicionalmente, grupos indígenas brasileiros como os katukinas, kaxinawás e yawanawás, entre outros, usam o kambô em rituais para reforçar o sistema imunológico.

Mas a substância retirada do KAMBÔ foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Conhecida como vacina do sapo, ela é objeto de uma investigação policial que envolve contrabando, biopirataria e até a morte de uma pessoa.

5 curiosidades sobre a rã Kambô e a vacina do sapo

1) A rã-kambo possui hábitos noturnos de caça de pequenos insetos

2) A criação e comercialização de anuros no Brasil é regulamentada pelo IBAMA

3) Para o índio kaxinawá* O kambô era um pajé que morreu e virou uma rã. Antes de morrer, ele disse: ‘eu vou ajudar a curar doenças”.

4) O kambô tem sido receitado para combater todos os tipos de males, de tendinite a TPM (30 tipos de males), mas não há nenhuma pesquisa científica que comprove a eficácia da terapia.

5) Já existem cerca de 70 patentes sobre usos de substâncias isoladas na secreção da rã.

6) Desde abril de 2004 esteja em vigor no país uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proibiu, por tempo indeterminado, propaganda com alegações de propriedades terapêuticas ou medicinais do sapo kambô.

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